quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Segurança rodoviária
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Banda larga

(RAPID)
Comissão Europeia instaura processo contra Portugal
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
A Comissão aprova o projecto de aquisição da Agip España pela Galp

Desaceleração da economia
(RAPID)
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Política energética da UE

quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Mares e Oceanos

A investigação e a inovação constituem uma das chaves para conciliar objectivos por vezes contraditórios como a promoção de um crescimento económico sustentável e a protecção do ambiente no que respeita às actividades relacionadas com o mar. No âmbito da nova política marítima integrada, a Comissão Europeia adoptou hoje «Uma estratégia europeia para a investigação marinha e marítima». Esta estratégia destina-se a fazer face à dispersão de esforços em matéria de investigação marinha e marítima graças ao reforço das capacidades, à intensificação da integração das diferentes disciplinas de investigação e a um melhoramento da cooperação entre todos os protagonistas do sector.
PIB da zona euro diminui
No segundo trimestre de 2008, o PIB da zona euro baixou 0,2% (Portugal: +0,4%) e o da UE diminuiu 0,1% em relação ao trimestre precedente, segundo as primeiras estimativas publicadas pelo Eurostat. No decurso do primeiro trimestre de 2008, as taxas de crescimento foram de +0,7% na zona euro e de +0,6% na UE. Em comparação com o segundo trimestre de 2007, o PIB da zona euro registou um crescimento de 1,4% (Portugal: +0,9%) e o da UE de 1,6%, contra respectivamente +2,1% e +2,3% no trimestre precedente.
(RAPID)
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Previsões demográficas para a UE 2008-2060
(RAPID)
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
O que esconde o Ministério?

Aguarda-se Resposta!

sábado, 16 de agosto de 2008
Ser ou não ser Deputado
Aqui fica o artigo que publiquei no diário"as Beiras", esta sexta feira, em resposta ao deputado Victor Baptista:"Devo começar por agradecer ao senhor Deputado Victor Baptista, por me ter dedicado a sua última coluna semanal neste periódico. Não me sabia merecedor de tanta atenção da sua parte.
Ao estilo que o caracteriza, diz o senhor Deputado que a minha intervenção, junto do Ministério da Saúde pedindo a demissão do presidente do conselho de administração do Hospital distrital da Figueira da Foz (HDFF) - era um acto de “baixa politica” e que eu me estaria a meter no que não me diz respeito.
Por que razão terá o Deputado Victor Baptista sentido necessidade de se substituir ao visado? Será pelo facto de o ainda presidente do conselho de administração ter sido uma imposição sua ao governo? Será pelo facto de, pela primeira vez em muitos anos, a Federação do PS Coimbra não ter tido força politica para colocar ninguém em lugares de destaque no xadrez político nacional ficando o deputado Victor Baptista relegado para preocupações paroquiais?
Seja qual for a razão, não se entende que o facto de eu querer defender os interesses do meu Concelho e o bom funcionamento das suas instituições, seja interpretado como se estivesse a meter-me onde não devo. Temos conceitos diferentes de fazer política, é certo. Talvez por isso o Senhor Deputado Victor Baptista seja o deputado de Coimbra que menos requerimentos e perguntas fez ao Governo. Será para não se meter onde não é chamado? Ou para não ser incómodo ao “patrão”?
Diz o Senhor Deputado, que o Presidente do Conselho de Administração do HDFF já pediu desculpa pelas declarações que produziu. É o “Nacional Porreirismo” no seu melhor. Fumamos onde não devemos – pedimos desculpa. Dizemos o mais rematado disparate – pedimos desculpa. Estranha forma de sentido de responsabilidade.
É afirmação sua, também, que este pedido de desculpas contrasta “com a atitude de outros que não tem a humildade de o fazer”. E questiona mesmo, onde está o meu pedido de desculpas ao Primeiro Ministro, esquecendo-se de referir a razão pela qual me levaria a tais justificações. Não me ocorre nenhum facto pelo qual tenha de o fazer. Já sobre o senhor Primeiro Ministro ter que pedir desculpa ao País, teríamos factos de sobra…
O importante é que a estabilidade volte ao HDFF o mais rapidamente possível e isso já não é possível com a actual administração. Espero pois que cesse a permanente e desajustada interferência do partido socialista, local e distrital, na vida do HDFF e que a senhora Ministra da Saúde assuma as suas responsabilidades nomeando, o mais rápido possível, um novo conselho de administração que devolva a tranquilidade que o hospital e os seus utentes merecem.
Por último, fica também um conselho e uma sugestão para o Deputado Victor Baptista. O Conselho: preocupe-se com o Dr. Mário Ruivo. A sugestão – goze bem as férias."
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Para quando a Exoneração?
ASua Excelência
O Presidente da
Assembleia da República
PERGUNTA N.º
ASSUNTO: Declarações do Director do Hospital da Figueira da Foz
Em 2 de Maio de 2008, dirigi ao Governo, através de Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República, a Pergunta 1238/X (3.ª), na qual indagava a Senhora Ministra da Saúde sobre afirmações do Director do Hospital Distrital da Figueira da Foz.
Nesse documento tive oportunidade de manifestar à Senhora Ministra, o quanto não considerava natural, e entendia mesmo ser inaceitável, que um funcionário do Ministério da Saúde se permitisse, a propósito de um Requerimento, tentar desconsiderar e ofender um Deputado à Assembleia da República, imputando-lhe intenções e comportamentos gravemente lesivos da sua dignidade institucional.
À época o doutor Victor Leonardo, no exercício das funções de Director do Hospital da Figueira da Foz, permitiu-se acusar-me de fazer política de “ vão-de-escada” e de “bota-a baixo”.
Considerei na altura, que as palavras desrespeitosas e mesmo ofensivas do doutor Victor Leonardo, eram incompatíveis com o exercício das funções de director de um hospital público e violavam o dever de respeito e correcção a que os funcionários do Estado estão indiscutivelmente obrigados.
Já nesse documento enviado á Senhora Ministra, perguntava “como tratará os utentes do respectivo serviço hospitalar – para já não referir os próprios colegas – um funcionário do Ministério da Saúde que se permite ofender, publicamente, a um Deputado à Assembleia da República?”
Pois bem, passados dois meses e como ainda não obtive resposta da Senhora Ministra à referida pergunta, venho novamente junto do governo indagar para quando a demissão do senhor director do HDFF. Considero que tendo em conta o comportamento passado e presente do doutor Victor Leonardo, outro caminho não resta á tutela do que exonerá-lo imediatamente.
Os acontecimentos recentes com as demissões da Directora Clínica e do Director das Urgências, em manifesta rota de colisão com o doutor Victor Leonardo e as inusitadas declarações que este proferiu chamando “ratos” a todos o que contestam a sua postura autoritária e prepotente, parece-me evidente resultar numa única consequência obvia – a exoneração.
Assim, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Deputado abaixo-assinado vem, através de Vossa Excelência, perguntar à Senhora Ministra da Saúde o seguinte:
1- Que comentário lhe merece as declarações do doutor Victor Leonardo, Director do Hospital da Figueira da Foz, que em resposta às criticas da Directora Clínica e do Director das Urgências, refere: “ Aqueles que quando o barco começa a meter água saltam logo, chamam-se ratos. Infelizmente há muitas pessoas que são piores do que aqueles bichos”?
2- Para quando uma resposta à Pergunta ao Governo nº 1238/X (3ª), em que se questionava se a Senhora Ministra considera que o teor das declarações por parte do doutor Victor Leonardo, que atribuem a um Deputado à Assembleia da República a realização de “politica de vão-de-escada”, é aceitável num servidor público, e não merece qualquer procedimento ou reacção de censura por parte da tutela?
3- Tendo em conta a postura passada e presente do senhor director do HDFF, quais as razões para a Senhora Ministra ainda não ter procedido á sua exoneração?
Palácio de S. Bento, 5 de Agosto de 2008
Arte Xavega: A Tradição deve voltar a ser o que era!
Foi uma manhã de domingo diferente e bem divertida. Agradeço o convite que o GIS simpaticamente me dirigiu, para participar com eles em mais uma demonstração da Arte Xavega.
Já tive a oportunidade de referir, que defendo o regresso da Arte Xavega como “cartaz turístico” às praias do nosso concelho. Desde Quiaios à Leirosa, que este tipo de pesca tem tradição, devendo potenciá-la como um “produto” diferenciador relativamente a outros destinos turísticos.
Evidentemente, que o regresso da Arte Xavega terá exclusivamente a finalidade de constituir um produto turístico e etnográfico – em locais adequados – com o total respeito pelas espécies e sem qualquer propósito comercial para qualquer entidade.
Nesta demonstração que o GIS levou a cabo, percebeu-se o quanto as pessoas aderem e como encontram naquele pedaço de tempo em que puxam as redes, a mesma força dos Homens do Mar…
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
Alterações climáticas

A Comissão Europeia lançou hoje uma consulta pública online sobre a posição que a União Europeia deverá adoptar quanto a um acordo mundial sobre as alterações climáticas a partir de 2012, quando deixam de vigorar os objectivos actuais do Protocolo de Quioto. Os interessados e a população em geral são convidados a manifestar as suas opiniões sobre várias questões cruciais, como os objectivos a médio prazo para a redução das emissões dos países desenvolvidos e as medidas de redução das emissões dos países em desenvolvimento, a adaptação às alterações climáticas, a cooperação tecnológica e as questões de financiamento. Os resultados dessa consulta contribuirão para definir a posição da UE sobre o acordo global para o Pós-2012. A consulta estará aberta até 29 de Setembro de 2008 e os interessados em participar podem fazê-lo através do questionário disponível aqui.
(RAPID)
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Camada de ozono

domingo, 20 de julho de 2008
NUCLEAR, SIM OU NÃO?

O governador quer que Portugal estude as vantagens da energia nuclear, afirmando que é uma opção que não pode deixar de estar em cima da mesa.
Vítor Constâncio afirmou, que é preciso reduzir a dependência energética nacional mostrando-se muito pessimista sobre uma redução do preço dos combustíveis: «A alteração estrutural dos preços de energia está para ficar».
Mais uma vez a Finlândia serviu como exemplo, «Acho que é uma opção que deve estar em cima da mesa. Basta pensar na Finlândia, um país bem gerido, que iniciou há pouco tempo um programa de construção de centrais nucleares».
Deixando de lado o inusitado facto, de assistirmos a recomendações do governador do Banco de Portugal ao governo em disciplinas que seguramente não são da sua competência, resta-me a matéria de facto. Diz Vítor Constâncio, que a aposta no nuclear deve ser pensada para sairmos da crise. Será uma premonição do governador, que acredita que estaremos em crise até 2020? È que mesmo que decidíssemos hoje a construção de uma central nuclear, esta só seria uma realidade daqui a doze anos.
Quanto à construção do quinto reactor nuclear da Finlândia, o exemplo também podia ser melhor. O projecto está, pelo menos, dois anos atrasados em relação ao calendário inicial e os custos estão 50 por cento acima do orçamentado com os prejuízos a somarem 1500 milhões de euros.
Ou seja, o governador tem razão. O debate deve existir, quanto mais não seja para se perceber que Vítor Constâncio pouco sabe sobre o nuclear…
sábado, 19 de julho de 2008
O País Real....

Importações e exportações desaceleram.
Na Área Euro, os indicadores de sentimento económico e de confiança dos consumidores prolongaram em Junho o movimento descendente observado desde Agosto de 2007. No mesmo mês, o preço do petróleo e o índice de preços de matérias-primas continuaram a apresentar crescimentos homólogos elevados.
No plano interno, o indicador de clima económico, já disponível para Junho, e o indicador de actividade económica, disponível para Maio, agravaram-se significativamente. Ao nível da procura interna, o consumo privado terá desacelerado em Maio, em resultado da deterioração observada quer no consumo corrente, quer no duradouro. O indicador de investimento também apontou para um abrandamento desta variável em Maio, devido ao agravamento apresentado em todas as componentes, mas sobretudo na de construção. No mesmo mês, do lado da oferta, a informação dos Indicadores de Curto Prazo (ICP) revelou um menor dinamismo nos sectores dos serviços, indústria e construção. Refira-se, no entanto, que nos últimos meses o andamento destes indicadores foi em parte influenciado por efeitos de calendário. Ainda relativamente a Maio, em termos nominais, ter-se-á verificado uma desaceleração das importações e das exportações.
E de quem é a responsabilidade?
O Eurobarómetro 69 foi realizado na Primavera de 2008, com o objectivo de dar continuidade à análise das atitudes e da opinião pública dos cidadãos europeus sobre vários temas dos domínios económico, político e social.Este inquérito serviu para analisar o estado da opinião pública também em Portugal: O que pensam os portugueses da sua situação financeira pessoal? Como encaram a situação económica nacional nos próximos tempos? Quais os temas que os portugueses consideram mais importantes para a vida colectiva? Como avaliam a direcção do país? Que grau de confiança depositam nas instituições políticas e o grau de transparência que atribuem ao aparelho de Estado? As preferências dos portugueses no que respeita à elaboração das políticas públicas.
Como conclusão pode verificar-se que, "no que respeita às perspectivas sobre a situação actual do país e sobre o seu futuro próximo, os portugueses continuam a ser dos cidadãos europeus mais pessimistas quanto à evolução futura da economia do seu país.
Quase dois terços dos portugueses pensam que, no próximo ano, a situação tenderá a piorar no que respeita ao emprego (contra 40 por cento dos europeus), e três em cada cinco que o mesmo sucederá em relação à situação económica em geral (contra metade dos europeus). Apenas 26 por cento dos portugueses pensam que o país segue numa direcção certa: dos 27 países da UE, apenas seis apresentam percentagens inferiores a esta. Não existe, assim, qualquer sinal evidente de que o “fim da crise orçamental”, anunciado em cima da realização do trabalho de campo deste estudo, tenha contribuído para mudar as percepções sobre o estado e perspectivas da economia portuguesa".
Importa perguntar – será que não temos razões para ser cada vez mais pessimistas? Claro que sim. É evidente que existe uma crise de escala internacional mas se tivéssemos seguido outro caminho de desenvolvimento os seus reflexos internamente seriam mais diminutos.
Boletim de verão do Banco de Portugal traz más notícias.
No Boletim de Verão do Banco de Portugal, ficamos a saber que as "perspectivas para a economia portuguesa no período 2008-2009 são marcadas por um fraco crescimento da actividade, num contexto de deterioração do enquadramento económico e financeiro internacional.A interacção entre a desaceleração económica a nível global e a situação de turbulência nos mercados financeiros internacionais, bem como o aumento dos preços das matérias -primas, com destaque para o petróleo, não deixará de ter um impacto muito significativo numa pequena economia como a portuguesa, fortemente integrada em termos económicos e financeiros. A redução da procura externa dirigida às empresas nacionais, o aumento do grau de restritividade das condições de financiamento e a transmissão do elevado nível do preço do petróleo aos custos internos são factores que deverão afectar negativamente o crescimento económico no horizonte de previsão.
